Uma Capital por Descobrir: Budapeste
Notícia 63 - 2009-10-02 19:03:56
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Algures na Europa Central, encontramos um pequeno país, conhecido por falar uma das línguas mais difíceis do planeta, já dizia o poeta, "a única que o diabo respeita. Mas a Hungria tem muitas outras particularidades: os banhos turcos e os soberbos edifícios de Budapeste, o maior lago da Europa Central, o Balatom e as cidades de Szentendre e Eztergom, às margens do Danúbio, onde o curso do rio assume o formato de um coração.
A capital, Budapeste é uma cidade magnífica, ao melhor estilo das capitais europeias repletas de história e de edifícios de elevado valor arquitectónico e patrimonial e senhoras de uma elegância que, à escala mundial, só as cidades europeias sabem ter, mas com uma vantagem, é bastante mais barata e livre do corrupio turístico de outras cidades de maior fama.
Corria o ano de 1873 quando as antigas cidades de Buda, Peste e Óbuda de fundiram criando a actual capital Húngara, que adoptou o nome de Budapeste.

A zona que correspondia a Buda, abriga o Palácio Real e as Termas Gellért, já a zona da antiga Peste reúne o Parlamento, a
Ópera, a Basílica de São Estêvão e a maioria dos tradicionais cafés da cidade e, no meio destas duas zonas, outrora cidades, desliza suavemente o Danúbio com as suas belas pontes que dá a esta capital, algo menosprezada pelos turistas, um brilho ainda mais intenso.
Destruída pelos mongóis no século 13, capturada pelos turcos em 1541, severamente ocupada pelos nazis e deixada quase em ruínas pelas tropas soviéticas em 1945, Budapeste ainda preserva na sua arquitectura a herança dos anos de guerra. Contudo, os tempos são outros e as cicatrizes de anos de conflitos não tiram o encanto a esta cidade Património Mundial da Humanidade.
Passear à noite na margem do Danúbio, admirando a iluminação da Ponte das Correntes e dos edifícios em ambas as margens é uma experiencia que não pode perder e que mostra toda a monumentalidade de Bud
apeste, cidade composta por uma sucessão de construções históricas, algumas perfeitamente reconstruídas, depois de mais de mil anos de uma história atribulada e cheia de ataques e destruições.
No meio desses majestosos edifícios, placas escritas numa língua difícil de entender tentam explicar os caminhos, mas se não compreender as placas, não se perca, as opções são simples: ou as montanhas de Buda ou a planície de Peste.






